Adaptação do filho na Educação Infantil

Adaptação na Educação Infantil
Adaptação na Educação Infantil

Se o seu filho vai passar por adaptação na Educação Infantil, quanto antes trabalhar isso, melhor – para ele e para você. Afinal, não dá para negar que é um momento delicado para toda a família. A criança, de repente, se vê no meio de pessoas estranhas e novas regras com as quais precisa conviver e os pais mal conseguem conter o pavor de imaginar seu “tesouro” sendo entregue aos cuidados dos educadores. A fase da preparação você já passou: pesquisou bastante, visitou diversas instituições e está seguro de sua escolha. No entanto, agora chegou a hora pra valer!

Tanto os pais quanto os professores devem compreender que cada criança passa por um processo individual de adaptação na escola. Algumas podem se acostumar rápido com o convívio entre outros colegas e adultos. No entanto, outras podem chorar para ganhar a atenção dos educadores ou simplesmente por estranhar o ambiente.

Muitas vezes, os pequenos vão permanecer pouco tempo na escola no início, até que eles se acostumem com o espaço e os profissionais. Essa passagem é crucial para as crianças perderem o medo de permanecer na escola e se sentirem seguras para aprender e conviver com os outros.

Apesar de cada criança ser diferente da outra nesta fase, as atitudes que se devem tomar é a mesma. Portanto, aqui vai algumas dicas para ajudar você e seu filho na adaptação na Educação Infantil:

Adaptação na Educação Infantil

Recepção

Nos primeiros encontros, o professor deve mostrar interesse pela criança, perguntar como ela está e transmitir segurança nessa aproximação. Porém, não se deve forçar a barra, pois o pequeno ainda está sentindo o peso da separação. O educador também pode apresentar todas as instalações da escola. A criança precisa se sentir acolhida durante a recepção.

Pedacinho de casa

Levar itens que tenham o cheiro do quarto dele, por exemplo, também vai confortá-lo: pode ser a naninha ou o brinquedo do berço. Só não se esqueça de manter atenção especial ao comportamento do seu filho. Como ele não fala, você precisa perceber se está se alimentando e dormindo bem, brincando normalmente ou se está com doenças respiratórias. Esses são indicadores de que algo não vai bem. Caso isso aconteça, visite a escola para ver se estão mantendo a rotina e converse com a coordenação.

Envolvimento com a família

O relacionamento entre a família e a escola também é fundamental para a adaptação na educação infantil. Portanto, o professor e o diretor devem compartilhar com os pais como foi a participação do aluno em sala de aula, a relação do pequeno com os demais colegas e as dificuldades que ele apresentou. Se a criança chorou durante o dia, os pais devem ser informados para que possam trabalhar em conjunto com a escola nessa adaptação.

Preservação da rotina

É muito importante que a família mantenha ao máximo a rotina da criança enquanto ela está em casa e se envolva na preparação para a ida à escola. Além disso, a organização do lanche e da mochila pode ser feita em conjunto com o filho para que ele perceba que essa é uma mudança positiva, pois vai perceber que os pais estão cuidando dele.

Desenvolvimento musical infantil

desenvolvimento musical infantil

O desenvolvimento musical infantil é uma fase muito importante na vida de uma pessoa. Se ainda têm dúvidas, confira: Ensinando com Arte&Música! Mas como nós, adultos, podemos ajudar no desenvolvimento musical dos nossos pequenos? Se seu filho tem até 5 anos, não perca mais tempo! Esse é período da vida humana em que mais acontecem conexões entre os neurônios no cérebro.

Vamos supor que você seja pai ou mãe e sua carreira não tenha relação aparente com a música. Ou seja, você é um arquiteto ou médica, por exemplo. Porém, quer ajudar no desenvolvimento musical infantil do seu filho ou filha, como fazer isso? Bem, aqui vai algumas dicas para você introduzir a musicalização ao seu pequeno!

Dicas para o desenvolvimento musical infantil

Aprecie música 

Ouça música, mas não apenas escute. Mastigue, saboreie, preste atenção, ouça com o seu pequeno, torne esse momento agradável. Cantem juntos, mesmo que sua afinação não seja perfeita.

Construa um ambiente musical 

Crie na sua casa o “cantinho da música” com instrumentos, se possível alguns discos ou dvds para que a criança tenha contato com a música gravada e não somente aquela digital ouvida online. Porém, se alguém da família toca um instrumento e se dedica a fazer aulas, é preciso um ambiente calmo e silencioso, onde haja concentração para os estudos.

Demonstre interesse

Mesmo que você não toque um instrumento ou cante muito bem, mostre ao seu pequeno que música é importante e faz parte da cultura humana. Portanto, converse sobre suas bandas favoritas, mostre a ele o que você gosta de ouvir, visite uma loja de instrumentos musicais. Com certeza você também vai gostar.

Seja a inspiração

As crianças observam muito os adultos à sua volta e se espelham neles, criando assim modelos e referências de vida. Portanto, se o seu pequeno vê que você valoriza a música e as artes em geral, que ouve música, vai a eventos musicais, se interessa por aprender um instrumento musical, ele pode até não entender exatamente o que você está fazendo, mas certamente está recebendo informações e estímulos de que isso é importante e vai também se aventurar nesse caminho.

E por último…  Não desista! 

As crianças passam por diversas fases em seu desenvolvimento e o aprendizado musical tem suas dificuldades. Portanto, haverá momentos em que seu pequeno pensará em desistir. Pode ser por cansaço, por querer fazer outra coisa ou por excesso de atividades (um problema muito comum hoje em dia). Mas não desista! Pelo contrário, insista, com amor, e os frutos virão.

Vocabulários importantes

Vocabulários progressivos

As crianças se aculturam com a música da mesma maneira que o fazem com as línguas. Primeiro ouvem os sons e, inconscientemente, organizam-nos em padrões, criando uma comunicação consciente. Portanto, quanto mais palavras diferentes ouvirem, tanto mais capazes elas serão de se expressar bem, quando crescerem. 

Vocabulário de escuta

Seu filho precisa adquirir um rico vocabulário de escuta, por meio de variadas formas de música. Você pode experimentar com ele músicas folclóricas brasileiras, músicas étnicas de diferentes partes do mundo, além da música clássica, do jazz, da MPB.

Ao estimular essa prática com o seu filho, você irá aprender também. Pode ser que você descubra que gosta das canções de ninar dos pigmeus Aka, lá da África Central!

Eis um dica importante, no entanto: Não se preocupe se o seu filho parecer desinteressado ou começar a fazer coisas que aparentemente não têm relação com música. A atenção da criança nessa faixa etária de até os 5 anos não é contínua, por isso a expectativa inicial dos adultos muitas vezes não é correspondida.

Por fim, divirta-se com a música

Música faz bem, liberta a alma, acalma o coração e traz sentimento e emoções à tona. Então divirta-se com seu pequeno, seja com a Galinha Pintadinha, Queen ou Mozart. Cante, dance, pule, aprenda junto!



Literatura na primeira infância

Literatura na primeira infância

A literatura na primeira infância é importante para o desenvolvimento da criança como ser humano. Entre outros fatores, nessa época da vida acontecem processos fundamentais. Por fim, são eles: o crescimento físico, o amadurecimento do cérebro, o desenvolvimento da fala e da capacidade de aprendizado e a iniciação social e afetiva.

Nesta fase da vida, o cérebro está mais ativo do que nunca. Entretanto, está sendo moldado e absorvendo tudo o que é novo e acomodando o que já foi experienciado. Neste sentido, o papel do mediador é essencial no momento da leitura compartilhada, é ele quem vai intermediar a relação entre os bebês e a linguagem! Souza (1994, p,110) nos diz que “A língua, como fato social, supõe para qualquer enunciado um direcionamento, quer dizer, o fato de orientar-se sempre para um outro. Sem isso um enunciado não pode existir. Ou seja, não há diálogo possível sem uma outra pessoa.”. Então, para inseri-los neste universo, nada melhor que a literatura.

A leitura entretém o bebê por meio da contação, das imagens e, algumas vezes, do formato do livro. Consequentemente, ela cria um ambiente rico em estímulos, o que colabora com o desenvolvimento do pequeno. Portanto, ouvir a voz cadenciada de quem conta a história infantil, se torna um ritual prazeroso tanto para o cuidador, quanto para bebê, fortalecendo o vínculo entre eles, trazendo calma e aconchego.

Mas, como inserir a literatura na primeira infância?

Faça diferentes entonações de voz de acordo com cada situação ou personagem. Conseguinte, use o corpo todo para contar a história: gesticule, faça mímicas. Então, a leitura para crianças pode ser muito divertida. Também, deixe as crianças observarem as imagens que o livro oferece, aponte a ilustrações de cada parte da história, diga seus nomes e reproduza os sons (se forem animais, por exemplo).


Se houver possibilidade use objetos, bonecos ou outros recursos que dê vida aos personagens. Também, os bebês compreendem melhor os sons quando falamos devagar, portanto, ao ler, pronuncie as palavras lentamente.
Estabeleça uma rotina de leitura. Ler sempre nos mesmos momentos do dia (antes de dormir, por exemplo) pode contribuir para compreensão da rotina. Além disso, melhora os vínculos entre vocês, cria e estabelece o hábito e o prazer pela leitura. Por fim, repita! A cada nova leitura a criança compreende algum elemento parte da história e absorvem os conteúdos de maneira mais total.

Quer conhecer outras maneiras de desenvolver um crescimento saudável para o seu bebê? Clique aqui e saiba mais.

Pedagogia afetiva

Pedagogia afetiva

A pedagogia afetiva foi pensada para sanar um dos maiores problemas da educação brasileira, que é a falta de vínculo e significado entre os envolvidos no processo de ensino-aprendizagem. Neste sentido, atualmente, professores e alunos são desconectados, o que impede diretamente o sucesso na aquisição de conhecimentos.

Para contornar essa falta de conectividade, é necessário adotar uma proposta pedagógica que motive e envolva educadores e estudantes. Afinal, desperta neles a vontade tanto de ensinar quanto de aprender.

É nesse contexto que surge a necessidade de um ensino voltado para aspectos afetivos, mesclando qualidade social e emocional à qualidade científica. Neste sentido, um exemplo dessa preocupação com as emoções é a definição da educação socioemocional como parte essencial do ensino na Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

A pedagogia afetiva busca o desenvolvimento cognitivo por meio das interações afetivas, tornando a aprendizagem mais agradável e significativa. Por fim, conheça mais sobre essa proposta pedagógica e veja os diferenciais de incorporar o que é humano à escola.
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Pilares da pedagogia afetiva

PEDAGOGIA

Nasce da necessidade que o ser humano tem de continuar sua descendência. Afinal, por sua preocupação com o científico, com enfoque no aspecto cognitivo, a Pedagogia foi caracterizada como Ciência.

AFETIVIDADE

Evidenciada na necessidade humana de viver em grupo, a afetividade é uma forma de saúde que está vinculada à ação de cuidar e receber cuidado. Além disso, considera também que os seres precisam de limites que lhes assegurem o equilíbrio essencial, precisam de uma educação voltada para a afetividade!

VALORES E PRINCÍPIOS

Conhecimento, Transformação, Autonomia, Responsabilidade, Solidariedade, Respeito, Direitos e deveres, Democracia, Cidadania, Criticidade, Sensibilidade e Criatividade.

A Pedagogia Afetiva é uma proposta pedagógica para todos os segmentos. Além disso, a afetividade existe em todos os seres humanos, de todas as idades. No entanto, o desenvolvimento humano ocorre por vários estágios nos quais a inteligência e a afetividade vão se alternando em termos de importância. Por fim, o ensino e a aprendizagem se dão por meio das relações entre os sujeitos – professor e aluno. Dessa forma, podemos afirmar que os benefícios da Pedagogia Afetiva podem ser vivenciados em todos os segmentos da Educação, pois em todos eles há interação e há necessidade de qualidade cognitiva e socioemocional da Educação.

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Benefícios da Dança

Importância da música

Os benefícios da dança vão além de movimentar o corpo. Além disso, foi uma das primeiras formas de expressão do homem. Linguagem gestual, sinais, expressões e ritmos são utilizados instintivamente como meio de interação e comunicação desde que o mundo é mundo. A dança acompanhou a evolução da civilização e com o passar do tempo foi ganhando mais visibilidade. Hoje sabemos que existem diversos tipo de danças, alguns estão relacionados às características regionais e outros ligados aos tipos de músicas.

A criança que dança trabalha a musculatura, fortalecendo-a, estimula a coordenação motora, flexibilidade. Além da postura, tem maior consciência corporal, noções de espaço. Ademais, melhora sua integração social. Musicalidade, ritmo e criatividade também estão entre os ganhos. Segundo Bianca Dore, “é nessa faixa que começamos a mexer mesmo com a dança, propriamente dita. Antes é mais uma recreação elaborada, digamos assim.”

Socialização é um dos benefícios da dança

Além de ser uma atividade física, a dança também é uma atividade social. Portanto, as aulas de dança podem ajudar as crianças a melhorar suas habilidades de comunicação, aprender a trabalhar em equipe, desenvolver um maior senso de cooperação e fazer novos amigos.

Exercitar-se

Um grande benefício da dança é que ela é uma atividade altamente física e ao mesmo tempo divertida. Então, o condicionamento físico de seu filho ficará ainda melhor, sem que ele tenha que fazer atividades repetitivas ou entediantes.

Autoconfiança

Quando uma criança aprende e pratica movimentos e posturas da dança, desenvolve maior consciência corporal. Além disso, quem dança está sempre em contato com o próprio corpo, e quando crescemos isso ajuda a nos sentimos mais confortáveis com nossa aparência, nossas dificuldades e até mesmo sentimentos.

A dança incentiva a criança a explorar diferentes formas de expressão. Isso pode ser particularmente benéfico para crianças com deficiências ou que estejam lidando com problemas emocionais significativos.

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Dente de leite

Dente de leite

O nascimento dos dentes de leite é uma fase interessante na vida da criança. Pois, eles começaram a ser formados jádente de leite na barriga da mãe – inclusive os dentes permanentes.

Como acontece o desenvolvimento dos dentes de leite?

Botões dentários

É ainda durante a gravidez que aparecem nos bebês os chamados botões dentários, que são as bases dos dentes de leite (também chamados pelos dentistas de dentes decíduos).

Tais botões começam a nascer por um rompimento que acontece na superfície da gengiva entre os 3 e os 12 meses de vida, são os primeiros dentinhos surgindo e aparecendo na boquinha do bebê.

O nascimento do primeiro dente do bebê

Embora possa acontecer entre 3 e 12 meses, o mais comum é que o primeiro dentinho “aponte” na boquinha do seu bebê por volta dos 6 meses, que coincide com o momento em que a alimentação dele começa a incluir alguns alimentos sólidos.

Embora seja raro, há bebês que têm dentinhos prematuros antes mesmo de nascer. A estimativa é de que um em cada 2.000 bebês já nascem com um ou mesmo dois dentinhos. Algumas vezes pode ser necessário extraí-lo.

Em bebês mais precoces, o primeiro dente a se romper é, geralmente, o dente central inferior, que nasce em torno dos 3 meses de vida. Já há outros bebês que podem começar a ter dentes apenas pouco antes de completar 1 ano de idade, o que também é perfeitamente normal.

Quando todos os dentes primários já nasceram?

Os últimos dentes, no fundo da boca do bebê, em geral, já nasceram pouco antes de o bebê completar 2 anos de idade. Aos 3 anos, a criança terá 20 dentes de leite formados, ou seja, a dentição estará completa. Mas, se o bebê já tem 1 ano e não tem sinal de dente, é necessário falar com o pediatra.

Mas, como aliviar os incômodos do bebê durante o processo do nascimento?

Há uma boa estratégia indicada pela odontopediatra Simone Bastos é fazer massagens. Trata-se de movimentos circulares pressionando levemente a gengiva do bebê. Portanto, deve estar com o dedo limpo e envolto em gaze ou fralda umedecida com soro fisiológico. Além disso, a especialista acrescenta: “Indicamos o uso de mordedores resfriados, a oferta de alimentos e bebidas frios ou gelados, pois o frio promove melhor a sensação de alívio por ajudar a diminuir os sintomas locais da inflamação”.

Saúde bucal

A saúde bucal na fase de dentes de leite é tão importante na fase permanente. Portanto, apesar de os primeiros dentinhos serem temporários, é evidente que precisamos que cuidar muito bem deles – até mesmo porque são eles são essenciais para o nascimento dos permanentes -, mas como? Além dos cuidados gerais, é sempre bom entender que tipos de tratamentos podem ser realizados durante essa fase da vida da criança. Vale lembrar que o acompanhamento profissional não é apenas bem-vindo, mas tremendamente necessário para indicar as medidas que devem ser tomadas, com base na análise do quadro clínico do paciente.

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Boa alimentação na infância

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Boa alimentação na infância

Quando se trata de uma boa alimentação na infância, os cuidados devem ser redobrados. Portanto, as crianças aprendem pelo exemplo e desenvolvem uma cultura gastronômica de acordo com o estilo de vida dos pais.

Nem todos os alimentos agradam ao paladar. Mas, à medida que crescem, tendem a ficar mais seletivos. Ainda assim, especialistas acreditam ser importante os pais não desistirem de oferecer até aqueles alimentos que os filhos não gostam tanto. Além disso, é fundamental que a criança, ao exemplo dos pais, seja incentivada a comer frutas, legumes e verduras. Portanto, esses hábitos alimentares saudáveis devem ser incutidos desde cedo.

Como ter bons hábitos alimentares se há, em todos os lados, shoppings, outdoors que exibem alimentos do tipo “fast food” com forte apelo entre as crianças? As prateleiras de supermercado são repletas de guloseimas, snacks, alimentos processados, etc. Por isso, esse é um grande desafio que os pais têm de enfrentar. Por fim, o equilíbrio é o melhor caminho, dizem os especialistas. Ou seja, o ideal é comer um pouco de tudo, mas com parcimônia. Saiba mais

Portanto, a alimentação na fase pré-escolar deve conter alguns indutivos para que a criança associe o alimento à brincadeira.

 

alimentação

 

Boa alimentação na infância requer:

Sabor

O argumento da ausência de sabor na alimentação saudável é outro tabu a ser desmistificado. Pois deve ser, necessariamente, saborosa.

 

Variedade

O consumo de vários tipos de alimentos fornece os diferentes nutrientes necessários. Sendo assim, evita a monotonia alimentar, que limita a disponibilidade de nutrientes necessários para atender a alimentação adequada. Portanto, as crianças devem ser expostas a diferentes alimentos, sendo necessária, às vezes, diversas disposições do mesmo alimento para a sua aceitação.

 

Cor

A alimentação saudável contempla uma ampla variedade de grupos de alimentos com múltiplas colorações. Além disso, sabe-se que quanto mais colorida é a alimentação, mais rica é em termos de vitaminas e minerais. Por fim, a torna mais ativa.

 

Harmonia

Essa característica da alimentação se refere, especificamente, à garantia do equilíbrio em quantidade e qualidade dos alimentos consumidos. Consequentemente, alcança uma nutrição adequada.

 

Não é preciso retirar totalmente do cardápio o consumo de doces e gorduras, basta limitá-los. Essa atitude mostra para a criança que esses alimentos não devem ser prioridades na alimentação. A melhor estratégia é substituir os alimentos, como por exemplo, um nugget por um peito de frango. Comece as substituições de forma gradativa criando um costume na alimentação da criança.

Por fim, é importante dispor de todos os tipos de nutrientes desde a introdução alimentar para que seu(a) filho(a) cresça de maneira saudável.

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Coordenação motora da criança

Como trabalhar a coordenação motora da criança?

É possível observar o desenvolvimento e a coordenação motora da criança desde bebê. Portanto, acoordenacao motora ampla criança responde aos estímulos de várias formas e cabe ao professor, nas primeiras séries, trabalhar a motricidade da criança. Ao aprender a pintar dentro de espaços delimitados, a criança já começa a desenvolver sua coordenação. Além disso, a medida que ela for sendo alfabetizada, aumentará a sua capacidade motora.

No entanto, já ouviram falar de coordenação motora fina e grossa? Vale ressaltar que essa separação deve ser feita, já que são partes distintas. Veja abaixo os conceitos:

Coordenação motora fina

A função de escrever, fazer desenhos, pinturas, colagens, recortar papel, fazer traçados em folhas são apenas algumas atividades que podem ser feitas graças à coordenação motora fina. Ela é responsável pelo trabalho de pequenos músculos, localizados, principalmente, nas mãos e nos pés.

Na coordenação motora fina, uma das maneiras mais eficazes de se treinar a criança se dá por meio de exercícios que envolvam os movimentos das mãos. Sendo assim, as atividades que trabalham com pontilhados são as mais indicadas. O mais interessante é que isso pode ser feito de várias maneiras: giz de cera, lápis, tinta guache, colagem de papeis, barbantes e lãs.

Coordenação motora grossa

É que dá força para a criança correr, pular, dançar, caminhar ou qualquer outra atividade. Além disso, é responsável pelo impulso físico: ela abrange todos os músculos que possibilitam os pequenos a essas brincadeiras. Assim como a fina, a coordenação motora grossa também precisa ser estimulada desde a primeira infância.

Para ativar a coordenação motora grossa das crianças nada melhor que promover tarefas divertidas, como correr, brincar de pega-pega, pular, brincar de amarelinha e tudo aquilo que fez parte da nossa infância também.

Clique aqui e veja ferramentas para ajudar no estímulo à coordenação motora da criança.

Outras percepções importantes

RITMO – Pelo desenvolvimento do ritmo ordenamos o ato motor. Exemplo: dança do morto-vivo, produzir sons com o próprio corpo, pular corda, dançar e cantar, etc.

EQUILÍBRIO – É a base da coordenação dinâmica global do corpo parado ou em movimento. Bons exercícios de equilíbrio: andar na ponta dos pés, caminhar sobre uma corda, equilibrar-se em um pé só, etc.

PERCEPÇÃO – É a capacidade de perceber, reconhecer e distinguir os estímulos. Exemplo: brincar com a criança. Além disso, faze-la distinguir: pesadas e leves, molhadas e secas, duras e moles, sons alto e baixo, etc.

 

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Setembro Amarelo

Setembro amarelo: a campanha que salva vidas.

Desde 2014, a Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP, em parceria com o Conselho Federal de Medicina – CFM,Setembro amarelo organiza nacionalmente o Setembro Amarelo. Entretanto, dia 10 de Setembro é considerado o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, porém a campanha acontece o ano todo.

O Setembro Amarelo é uma campanha que busca trazer o diálogo e prevenir o suicídio. Por exemplo, 90% dos suicídios poderia ser evitado com ajuda psicológica. Entretanto, a maioria deles pode ser tratada e muita gente nem sabe que precisa de tratamento. Aproximadamente 60% das pessoas que morrem por suicídio não buscam ajuda.

O objetivo deste mês é conscientizar as pessoas deste problema que tira tantas vidas todos os anos. O setembro amarelo é um mês de diálogo. Por isso, é um mês que busca criar conversas sobre o assunto. Portanto, precisamos deixar as pessoas que sofrem com pensamentos suicidas saberem que elas não estão sozinhas e que a morte não é solução.

Para saber mais sobre isto, clique aqui.

Mas, por que amarelo?

Em 1994, Mike Emme, de 17 anos, se matou. Ele era conhecido por sua personalidade caridosa e por sua habilidade mecânica. Restaurou um Mustang 68 e o pintou de amarelo. Mike amava aquele carro e por causa dele começou a ser conhecido como “Mustang Mike”.

Entretanto, infelizmente, aqueles próximos de Mike não viram os sinais e o fim da vida do garoto chegou. No dia do funeral dele, uma cesta de cartões com fitas amarelas presas a eles estava disponível para quem quisesse pegá-los. Os 500 cartões e fitas foram feitos pelos amigos de Mike e possuíam uma mensagem: Se você precisar, peça ajuda.

Assim, os pais de Mike, Dale Emme e Darlene Emme foram o início do programa de prevenção ao suicídio “fita amarela”, ou “Yellow Ribbon” em inglês.

Recursos e fontes de apoio

Para que possamos ajudar pessoas com pensamentos suicidas, os primeiras recursos ou fontes de apoio são:

  • Família.
  • Amigos e colegas.
  • Unidades de saúde: CAPS (Centro de Atenção Psicossocial), Unidades de Saúde Família.
  • Clínicas, Consultórios psicológicos, Urgências psiquiátricas.
  • Médicos, psicólogos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem, agentes de saúde.
  • Centros de apoio emocional: CVV (Centro de Valorização da Vida), ligue para o 188.
  • Grupos de apoio.

Assim, grande maioria das mortes por suicídios podem ser evitadas. Para isto, diálogo sobre o assunto é o melhor jeito de fazer isso. Por fim, se você ou alguém que você conhece possui pensamentos suicidas, peça ajuda.

 

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Introdução Alimentar

Introdução Alimentar

introdução alimentarChegou a hora! Até os 5 meses de vida os bebês se alimentam posicionados no colo, aconchegados no cheirinho de sua mãe que os tranquilizam. Seja pelo aleitamento materno como pela amamentação com fórmula. Dessa maneira eles se saciam apenas com um único alimento de sabor adocicado e de textura homogênea, o do leite. O pequeno já está com 6 meses e, além do leite materno, pode ingerir outros alimentos. Assim, quando a introdução alimentar se inicia, tudo muda e o bebê é automaticamente posicionado numa cadeira de alimentação. Então tente deixar as expectativas de lado e entenda que o seu bebê irá ter o contato com os primeiros alimentos e pode não ser tanto quanto você esperava!

Portanto lembre-se que o mais importante não é comer, e sim o aprendizado! Aquilo que a criança irá aprender com o contato com os alimentos, sua textura, cor, cheiro e sabor. O bebê ainda não sabe que aquilo é de comer e mata a fome, não é algo imediato. O leite mata sua fome, e é isso que ele sabe. Certamente comer é um ato aprendido e as mães precisaram ensinar seus filhos.

A introdução alimentar deve ser feita de maneira lenta e gradual. Algumas crianças podem estranhar no início e recusar determinados alimentos, o que é normal. Se ela não aceitou, não insista, não force e não agrade. É importante que o alimento seja novamente oferecido em outra ocasião. Conforme informações do Ministério da Saúde, é necessário oferecer um alimento de oito a dez vezes, em média, até que a criança o aceite. Cada criança é única evite comparações e, na dúvida, busque a ajuda de um profissional que possa auxiliar no processo.

Mas, afinal, o que oferecer?

O ideal é oferecer ao bebê uma alimentação variada e rica em nutrientes, tanto macro (proteínas, carboidratos e gorduras) quanto micro (ferro, zinco e vitaminas). Para tanto, é preciso unir representantes dos quatro grupos alimentares principais: hortaliças e frutas, carnes e ovos, cereais e tubérculos e grãos. A composição de todos esses grupos vai permitir que a criança tenha energia, proteínas, sais minerais e as vitaminas necessárias para um crescimento adequado. Até o oitavo mês é preciso introduzir alimentos como ovos, peixes e glúten para criar tolerância e evitar possíveis alergias. Por outro lado, pelo menos até os 2 anos é importante evitar itens como frituras, enlatados, salsicha, refrigerantes, alimentos processados, café, salgadinhos, balas e açúcar adicionado nos alimentos. O sal deve ser usado com moderação, o mínimo possível.

Não se recomenda bater os alimentos no liquidificador para não deixar a comida muito fina nem misturar os grupos. Importante permitir que a criança experimente novas texturas e sabores e aprenda a mastigar. É fundamental que ela tenha uma discriminação do sabor dos alimentos e movimentos de mastigação. Logo após o primeiro mês de introdução alimentar, os pais podem deixar pequenos pedaços sólidos para estimular a mastigação. Perto do primeiro ano de vida, a criança já pode comer a refeição básica da família. Além disso, lembre-se de oferecer água filtrada e fervida nos intervalos das refeições. Também é importante oferecer duas frutas diferentes por dia.

Hoje temos Aulas de Culinária, por mais que parecem um momento de brincadeira são, na verdade, uma hora de muita concentração e aprendizagem. Saiba mais clicando aqui.