Coordenação motora da criança

Como trabalhar a coordenação motora da criança?

É possível observar o desenvolvimento e a coordenação motora da criança desde bebê. Portanto, acoordenacao motora ampla criança responde aos estímulos de várias formas e cabe ao professor, nas primeiras séries, trabalhar a motricidade da criança. Ao aprender a pintar dentro de espaços delimitados, a criança já começa a desenvolver sua coordenação. Além disso, a medida que ela for sendo alfabetizada, aumentará a sua capacidade motora.

No entanto, já ouviram falar de coordenação motora fina e grossa? Vale ressaltar que essa separação deve ser feita, já que são partes distintas. Veja abaixo os conceitos:

Coordenação motora fina

A função de escrever, fazer desenhos, pinturas, colagens, recortar papel, fazer traçados em folhas são apenas algumas atividades que podem ser feitas graças à coordenação motora fina. Ela é responsável pelo trabalho de pequenos músculos, localizados, principalmente, nas mãos e nos pés.

Na coordenação motora fina, uma das maneiras mais eficazes de se treinar a criança se dá por meio de exercícios que envolvam os movimentos das mãos. Sendo assim, as atividades que trabalham com pontilhados são as mais indicadas. O mais interessante é que isso pode ser feito de várias maneiras: giz de cera, lápis, tinta guache, colagem de papeis, barbantes e lãs.

Coordenação motora grossa

É que dá força para a criança correr, pular, dançar, caminhar ou qualquer outra atividade. Além disso, é responsável pelo impulso físico: ela abrange todos os músculos que possibilitam os pequenos a essas brincadeiras. Assim como a fina, a coordenação motora grossa também precisa ser estimulada desde a primeira infância.

Para ativar a coordenação motora grossa das crianças nada melhor que promover tarefas divertidas, como correr, brincar de pega-pega, pular, brincar de amarelinha e tudo aquilo que fez parte da nossa infância também.

Clique aqui e veja ferramentas para ajudar no estímulo à coordenação motora da criança.

Outras percepções importantes

RITMO – Pelo desenvolvimento do ritmo ordenamos o ato motor. Exemplo: dança do morto-vivo, produzir sons com o próprio corpo, pular corda, dançar e cantar, etc.

EQUILÍBRIO – É a base da coordenação dinâmica global do corpo parado ou em movimento. Bons exercícios de equilíbrio: andar na ponta dos pés, caminhar sobre uma corda, equilibrar-se em um pé só, etc.

PERCEPÇÃO – É a capacidade de perceber, reconhecer e distinguir os estímulos. Exemplo: brincar com a criança. Além disso, faze-la distinguir: pesadas e leves, molhadas e secas, duras e moles, sons alto e baixo, etc.

 

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Setembro Amarelo

Setembro amarelo: a campanha que salva vidas.

Desde 2014, a Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP, em parceria com o Conselho Federal de Medicina – CFM,Setembro amarelo organiza nacionalmente o Setembro Amarelo. Entretanto, dia 10 de Setembro é considerado o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, porém a campanha acontece o ano todo.

O Setembro Amarelo é uma campanha que busca trazer o diálogo e prevenir o suicídio. Por exemplo, 90% dos suicídios poderia ser evitado com ajuda psicológica. Entretanto, a maioria deles pode ser tratada e muita gente nem sabe que precisa de tratamento. Aproximadamente 60% das pessoas que morrem por suicídio não buscam ajuda.

O objetivo deste mês é conscientizar as pessoas deste problema que tira tantas vidas todos os anos. O setembro amarelo é um mês de diálogo. Por isso, é um mês que busca criar conversas sobre o assunto. Portanto, precisamos deixar as pessoas que sofrem com pensamentos suicidas saberem que elas não estão sozinhas e que a morte não é solução.

Para saber mais sobre isto, clique aqui.

Mas, por que amarelo?

Em 1994, Mike Emme, de 17 anos, se matou. Ele era conhecido por sua personalidade caridosa e por sua habilidade mecânica. Restaurou um Mustang 68 e o pintou de amarelo. Mike amava aquele carro e por causa dele começou a ser conhecido como “Mustang Mike”.

Entretanto, infelizmente, aqueles próximos de Mike não viram os sinais e o fim da vida do garoto chegou. No dia do funeral dele, uma cesta de cartões com fitas amarelas presas a eles estava disponível para quem quisesse pegá-los. Os 500 cartões e fitas foram feitos pelos amigos de Mike e possuíam uma mensagem: Se você precisar, peça ajuda.

Assim, os pais de Mike, Dale Emme e Darlene Emme foram o início do programa de prevenção ao suicídio “fita amarela”, ou “Yellow Ribbon” em inglês.

Recursos e fontes de apoio

Para que possamos ajudar pessoas com pensamentos suicidas, os primeiras recursos ou fontes de apoio são:

  • Família.
  • Amigos e colegas.
  • Unidades de saúde: CAPS (Centro de Atenção Psicossocial), Unidades de Saúde Família.
  • Clínicas, Consultórios psicológicos, Urgências psiquiátricas.
  • Médicos, psicólogos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem, agentes de saúde.
  • Centros de apoio emocional: CVV (Centro de Valorização da Vida), ligue para o 188.
  • Grupos de apoio.

Assim, grande maioria das mortes por suicídios podem ser evitadas. Para isto, diálogo sobre o assunto é o melhor jeito de fazer isso. Por fim, se você ou alguém que você conhece possui pensamentos suicidas, peça ajuda.

 

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Introdução Alimentar

Introdução Alimentar

introdução alimentarChegou a hora! Até os 5 meses de vida os bebês se alimentam posicionados no colo, aconchegados no cheirinho de sua mãe que os tranquilizam. Seja pelo aleitamento materno como pela amamentação com fórmula. Dessa maneira eles se saciam apenas com um único alimento de sabor adocicado e de textura homogênea, o do leite. O pequeno já está com 6 meses e, além do leite materno, pode ingerir outros alimentos. Assim, quando a introdução alimentar se inicia, tudo muda e o bebê é automaticamente posicionado numa cadeira de alimentação. Então tente deixar as expectativas de lado e entenda que o seu bebê irá ter o contato com os primeiros alimentos e pode não ser tanto quanto você esperava!

Portanto lembre-se que o mais importante não é comer, e sim o aprendizado! Aquilo que a criança irá aprender com o contato com os alimentos, sua textura, cor, cheiro e sabor. O bebê ainda não sabe que aquilo é de comer e mata a fome, não é algo imediato. O leite mata sua fome, e é isso que ele sabe. Certamente comer é um ato aprendido e as mães precisaram ensinar seus filhos.

A introdução alimentar deve ser feita de maneira lenta e gradual. Algumas crianças podem estranhar no início e recusar determinados alimentos, o que é normal. Se ela não aceitou, não insista, não force e não agrade. É importante que o alimento seja novamente oferecido em outra ocasião. Conforme informações do Ministério da Saúde, é necessário oferecer um alimento de oito a dez vezes, em média, até que a criança o aceite. Cada criança é única evite comparações e, na dúvida, busque a ajuda de um profissional que possa auxiliar no processo.

Mas, afinal, o que oferecer?

O ideal é oferecer ao bebê uma alimentação variada e rica em nutrientes, tanto macro (proteínas, carboidratos e gorduras) quanto micro (ferro, zinco e vitaminas). Para tanto, é preciso unir representantes dos quatro grupos alimentares principais: hortaliças e frutas, carnes e ovos, cereais e tubérculos e grãos. A composição de todos esses grupos vai permitir que a criança tenha energia, proteínas, sais minerais e as vitaminas necessárias para um crescimento adequado. Até o oitavo mês é preciso introduzir alimentos como ovos, peixes e glúten para criar tolerância e evitar possíveis alergias. Por outro lado, pelo menos até os 2 anos é importante evitar itens como frituras, enlatados, salsicha, refrigerantes, alimentos processados, café, salgadinhos, balas e açúcar adicionado nos alimentos. O sal deve ser usado com moderação, o mínimo possível.

Não se recomenda bater os alimentos no liquidificador para não deixar a comida muito fina nem misturar os grupos. Importante permitir que a criança experimente novas texturas e sabores e aprenda a mastigar. É fundamental que ela tenha uma discriminação do sabor dos alimentos e movimentos de mastigação. Logo após o primeiro mês de introdução alimentar, os pais podem deixar pequenos pedaços sólidos para estimular a mastigação. Perto do primeiro ano de vida, a criança já pode comer a refeição básica da família. Além disso, lembre-se de oferecer água filtrada e fervida nos intervalos das refeições. Também é importante oferecer duas frutas diferentes por dia.

Hoje temos Aulas de Culinária, por mais que parecem um momento de brincadeira são, na verdade, uma hora de muita concentração e aprendizagem. Saiba mais clicando aqui.

 

O Desenho no Desenvolvimento Infantil

O desenho no desenvolvimento infantil

O desenho no desenvolvimento infantil

O desenho tem papel fundamental no desenvolvimento e na formação do conhecimento infantil. O ato de desenhar deve ser considerado um fator essencial no processo do desenvolvimento da linguagem, bem como uma espécie de documento que registra a evolução da criança.

A criança ao desenhar desenvolve a auto-expressão e atua de forma afetiva com o mundo, opinando, criticando, sugerindo, através da utilização das cores, formas, tamanhos, símbolos, entre outros. Toda criança, ao começar a manipular giz de cera, lápis, caneta, cria imagens que só ela sabe dizer o que é em meio a inúmeros rabiscos. Mas isso faz parte do desenvolvimento da criança, com o tempo, vai aprimorando e passando a desenhar com mais definição. É através do desenho que a criança aprende a fazer o movimento de pinça e desenvolve a coordenação motora fina.

Mas, afinal, como fazer?

Os livros são ótimas opções para incentivar a criança a desenhar. É fundamental entender a importância do desenho no desenvolvimento infantil. Mas não dê papéis e canetas e deixe seu filho brincado sozinho. Pare para desenhar com ele, mas jamais compare seu desenho com o dele. Afinal, são idades diferentes e não existe modelo certo. Liberdade é a palavra-chave. Dê sempre a possibilidade para que seu filho desenhe e com a máxima liberdade. Nada melhor do que um papel em branco para que a imaginação da criança seja estimulada. E não se incomode se ele utilizar apenas uma ou duas cores.

Valorizando a arte, ou seja, o desenho na escola, o professor estará levando o aluno a se interessar pelas produções que são realizadas por ele mesmo e por seus colegas, bem como por diversas obras artísticas. Enquanto mediador do conhecimento, o professor é essencial para incentivar o aluno. Seja ele pelo caminho da arte ou por outra área do conhecimento. Oferecendo os melhores suportes, de forma que venha a somar no crescimento e formação do mesmo.

Separamos um artigo que aborda a importância da música no desenvolvimento da criança também, clique aqui e saiba mais!

Ensino Bilíngue e o Desenvolvimento Infantil

Ensino Bilingue

Aprender duas línguas ao mesmo tempo pode prejudicar o desenvolvimento de ambas? Pode confundir a criança? Qual a melhor idade para aprender uma língua estrangeira? Com certeza você já fez algum desses questionamentos sobre aquisição/aprendizagem do ensino bilíngue e o desenvolvimento infantil. O tema do bilinguismo infantil tem interessado cada vez mais pais, educadores e profissionais ligados à educação.

Dentro do mesmo período de tempo que uma criança monolíngue leva para adquirir uma língua, as crianças bilíngues adquirem duas línguas e se tornam capazes de usá-las com propriedade e naturalidade. Ao contrário de confundir, a possibilidade de aprender duas (ou mais) línguas ao mesmo tempo, propicia à criança experiências cognitivas muito ricas. Nesse processo, ela se torna capaz de organizar a estrutura linguística de cada uma delas. Por isso quanto mais cedo a criança for exposta a outras línguas, mais facilidade terá para aprendê-las.

A infância é o período de adaptação das crianças ao meio, portanto, aprender uma segunda língua nessa fase auxilia no rápido desenvolvimento cerebral. Quanto mais estímulos a criança obtiver, maiores serão as chances de ampliar suas conexões neuronais, facilitando, assim, o seu aprendizado. Aos poucos, a nova língua vai fazendo parte de seu dia-a-dia e se transforma em algo natural. Atividades lúdicas como cantar, dançar e desenhar são um grande estímulo para que as crianças se soltem e consigam aprender um novo idioma.

Benefícios do Ensino Bilíngue

Especialistas e defensores do Ensino Bilíngue no desenvolvimento infantil, declaram que além de ajudar no aprendizado de uma nova língua e facilitar a comunicação, auxilia:

  • Na concentração, pois a criança precisa estar mais atenta ao falar um novo idioma. Ou seja, melhora consideravelmente as habilidades cognitivas;

  • Na bagagem cultural da criança, uma vez que ela terá contato com outras tradições e comportamentos. Ampliando os horizontes da criança, fazendo-a ver o mundo sob perspectivas diferentes. Incorporando aqueles valores associados a outra cultura, de modo a desenvolver menos pré-julgamentos, menos preconceitos, aceitando as diferenças.

  • Na criatividade, já que a criança terá uma maior percepção ao ter acesso a mais informações;

  • Em oportunidades, pois o mercado de trabalho exige cada vez mais dos que procuram uma vaga, esse é um diferencial.

Crianças que já estudavam em escolas monolíngues e querem estudar em uma bilíngue podem se adaptar sem problema algum ao novo espaço escolar. Aprender uma língua para seu crescimento afetivo, social e cognitivo, isso é incomensurável! Se interessou no assunto ou ficou com alguma dúvida, entre em contato com a gente, será um prazer atendê-los!!